quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Amor e palavras soltas ao vento


Vem. Escreve em meu corpo poemas de amor.
Percorre-o com traços definidos, com palavras doces.
Pincela-o com tinta cor de Lua, polvilha-o com Estrelas que indicam caminhos feitos de sonhos.
Tatua em mim todos os teus desejos.
Abraça-me forte, abraça-me sempre...
Olha para mim como só tu sabes fazer, com esses olhos onde cabe todo o mar.
Faz-me arrepiar, faz-me derreter nos teus braços.
Deixa-me passar os dedos pelas asas que ninguém vê, por penas e plumas cor de algodão e fio de prata.
Deixa-me respirar-te, absorver-te por um instante, para depois te soltar e amar...como só eu sei.

1 comentário:

Alexandre Mauj Imamura Gonzalez disse...

muito bonito o seu poema de amor.
tem mesmo a alma, a essencia de uma flor de sakurá.
bom dia